Discernindo a Existência

Discernindo a Existência : Será que é possível ?

A Vida é um Presente

A Vida é um Presente
Então, desfaça o laço com carinho, desembrulhe sem pressa, abra a caixa, contemple a beleza que lhe foi imputada e aproveite cada segundo desfrutando de seu bom uso.
Aproveite, ame sem preconceito, divirta-se com sabedoria, estude, conheça, informe-se, pois conhecimento ninguém lhe tira, faça boas ações, embora cometer erros faz parte da vida.
Porém, o mais importante é que realize seus sonhos, ainda que pequenos, médios ou grandiosos. Não desperdice seu tempo pensando no que poderá acontecer, faça o que puder e enquanto puder, antes que o arrependimento lhe pegue e seus momentos se transformem em frustração.
"Nós temos hora para chegar e partir, então aproveite o intervalo".

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Anjo Lindo




Arquivo pessoal
Olhos azuis, pele e cabelos claros, motivo de alegria em todos os momentos. Bonita não só por sua aparência, mas por seu interior.
Jovem e como tal sonhadora, entre uma mistura de razão e emoção. quase sempre razão. Diante de nossos olhos amadurece, no entanto para nós ainda tem um pouco de criança. Seu sorriso e digno de ser admirado, pois não sorri apenas com o sorriso que lhe é próprio, sorri com o corpo todo.
Parece um pouco com um, um pouco com o outro, mas sabe ser ela mesma. Doce, terna, amiga, atenta aos acontecimentos, incisiva nas opiniões, questionadora e prática.
Em busca de seus sonhos caminha, observa, estuda, discute, questiona e a cada dia aprende um pouco mais dos conhecimentos da vida e "da vida". Assim, vai caminhando por uma estrada que está sendo construída por ela mesma, em alguns momentos partilha seus anseios, ouve, escuta, observa, mas agora menos do que antes. Pois, o tempo se encarregou de "formar" o ser que ainda está em construção.
Todos nossos momentos agradeço a Deus, por ter deixado esta semente em meu jardim e espero ter dado o melhor de mim, no que diz respeito a sua formação de caráter, personalidade, cuidado e carinho.

Arquivo pessoal

Eu me orgulho dela e espero que ela se orgulhe de mim. Pois ser sua mãe tem sido motivo de grande alegria, de grande amizade e de uma relação de sinceridade nestes 22 anos.
Tenha certeza minha filha que você é a minha maior obra prima, a minha maior felicidade. E assim sendo, espero que durante muitos anos tenhamos entre nós esta cumplicidade, respeito e amor.
Feliz Aniversário, minha filha e amiga querida!!!!!

Arquivo pessoal

Amar você é
Nascer a cada dia
Amanhecer ao seu lado é

Confiar na esperança.
Abençoada seja você, minha menina!
Raio de Luz que como
O sol brilha intensamente,
Linda !
Intensa, revitaliza
Nosso animo com sua
Alegria!

Sincera nas palavras
Impulsiva na hora da raiva,
Libera sua emoções para
Viver a sua história!
Amada completamente

Ungida, filha minha és!
Nobre de sentimentos e atitudes,
Grandioso és o seu coração,
Especialmente criada por Deus e
Realçada pela natureza Divina!

Arquivo pessoal

És filha minha, orgulho de minha vida!
Te amo ! Minha Querida filha, Ana Carolina.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Responda se for capaz !

maquiagemquecabenobolso.blogspo.com



Do que será que nós precisamos?
De ter olhos no coração ou de ter coração nos olhos?
De ter sentimentos bons ou de ter bons sentimentos?
De ter um amor ou de ter o amor de um?
De ser bom ou do bom ser?
De aceitar as coisas ou das coisas aceitar?
De se apaixonar ou do apaixonar-se?
De olhar na menina dos olhos ou de nos olhos da menina olhar?
De acreditar nas palavras ou nas palavras acreditar?
De aceitar as mudanças ou das mudanças aceitar?
De aprender a ignorar o outro ou do outro aprender a ignorar?
De tentar abrir os olhos ou dos olhos tentar abrir?
De entender o outro ou do outro entender?
De esconder a verdade ou da verdade esconder?
De ver o mundo diferente ou diferente o mundo ver?
De transgredir na vida ou na vida transgredir?
De viver uma linda história de amor ou de uma história de amor linda viver?
De continuar machucando o coração ou do coração machucando continuar?
De permanecer no silêncio triste ou no triste silêncio permanecer?
De fingir que não viu ou que não viu fingir?
De amadurecer na vida ou de na vida amadurecer?
De viver a obrigação ou da obrigação viver?
De continuar ao fim ou de ao fim continuar?
De frustrado ser ou ser frustrado?
De insistir na ausência ou na ausência insistir?
De ficar do lado de fora ou do lado de fora ficar?
De morrer na praia ou na praia morrer?
De ver que tudo muda como uma onda ou que como uma onda tudo muda?
De viver para amar ou de amar para viver?
De deixar de ser você ou você de ser deixar ?
Então, és capaz de responder ou de responder capaz és?



sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Observando a Noite



wellingtonprimo.blogspot.com


Dia desses saí pela noite, visitei um lado da vida que na verdade não havia feito antes. Quando tinha idade para tal, meus pais não permitiram e mais tarde assumi outras responsabilidades que também me impediram. Enfim, hoje com a evolução e mudança de hábitos e culturas não assumiria àquelas responsabilidades de jeito algum. Bom, o tempo passou e muita coisa ficou para trás!

A oportunidade se apresentou e me permiti conhecer a noite não só dos mais jovens, mas de um público de idades variadas. Encontrei-me num espaço bonito, agradável onde todos até determinada hora conversavam sobre afinidades, trabalho, relações etc.

Porém, estes assuntos têm tempo determinado num espaço como aquele. Passei então, a observar os jovens que num primeiro momento suponho que deveriam ter entre 18 e 30 anos. Todos com uma garrafa de bebida nas mãos, rapazes e moças, pelo rótulo tratava-se de bebida alcoólica, ice, vodka, cerveja, chopp e outros drinks sem especificação.

Lá pela madrugada, para mim tarde, e para eles cedo demais, estavam todos dispostos a dançar, pegar ou apenas se divertirem. Comecei a perceber o efeito da bebida naqueles corpos jovens andantes do local. Rapazes e moças trocando os passos como se estivessem andando pela "ponte do rio que cai", "num tá fundo, tá raso", sem orientação para onde ir.

Aqueles mais experientes ou com mais idade por assim dizer, sem o menor preconceito, estes ainda permaneciam em equilíbrio, copos na mão, andar firme e olhares fixos em busca de uma caça, afinal parte do intuito ali, suponho que seja o de "pegar alguém"

Impressiona-me como para se autoafirmarem perante seus amigos, estes jovens bonitos, bem vestidos com roupas de marca, blackberry nas mãos, gírias atualizadíssimas e repito muitos "amigos" entornam literalmente graus e graus de etílico goela abaixo, como se isto fosse a coisa mais importante, o momento mais fashion da balada. Como dizem os mais jovens é "surreal", é "sinistro"!

Tanta beleza, jovialidade, saúde e dinheiro jogados no ralo para simplesmente permanecerem naquele grupo, "naquele grupo de amigos", "os caras". Se não fazem assim, são taxados ou qualificados ou intitulados como "manezão", "bundão", estes são até amenos, pois existem outros títulos mais pesados.

Não sei se faz parte da idade ou da liberdade exagerada ou do vício cultural, e uma permanente mania que brasileiros têm de imitarem as ações e reações dos sujeitos de outras nações. Pois, infelizmente, sempre se cultuou a cultura, política, educação, costumes e hábitos de outras nações por se julgar que estas são mais desenvolvidas e conscientes que a nossa. Sinceramente, neste tocante não reconheço nada superior a esta ou a outra, estão na mesma linha, linha da ignorância cultural.

E seguindo a observar o espaço, sobrou muita pegação, se pega qualquer um para beijar na boca, no pescoço, abraçar, se encostar e tudo o que for "permitido". Se estiver sozinho naquele lugar, sem uma companhia feminina ou masculina, provavelmente, é porque está na pista não só para dançar, mas para negócio e estando lá para este fim, as portas estão abertas e passas a ser uma espécie de "sabonete" , que ao se aproximar de outro, mãos percorrem algumas partes do corpo, bocas se encostam sem nunca terem trocado palavras e aí se formou o que se fala comumente no meio "só to pegando".

Como todo observador, reservei-me ao ato de observar, não faz parte do "meu show" a tal "pegação", embora tenha sido observada por alguns, recebido "xaveco" de outro, mas não me deixei ser sabonete, até porque não o sou. O meu tempo é ainda outro, nada me permito senão houver sentimento, senão houver afinidades. Bom como disse pertenço a outro tempo, a outro modo de pensar.

Assim permaneci na platéia, apenas uma espectadora das mudanças do cotidiano, assistindo a cada ato da cena que o teatro real nos mostra e que ás vezes não temos a oportunidade de assistir a peça tão de perto, sentada na fila do gargarejo.

É o mundo diferente que vivo que em alguns momentos não coaduna com meus princípios, pois para mim sem sentimento não há relacionamentos, se não há amor não há afinidades , se não há comunhão não há carinho, se não há cumplicidade não há entendimento, logo não há laços que se unam em momentos prazerosos. É apenas a tal pegação!

E assim, percebo que os sentimentos se encontram tal como o álcool em qualquer garrafa, e é volátil.

Em suma, como não faço parte desta peça, não estou na "pista pra negócio"!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Bicho de Goiaba

fabioarrudashow.blogspot.com
Enquanto lia um poema sobre a minhoca que queria virar bicho de goiaba, lembrei-me dos momentos mais intensos de minha vida- A infância.
Como toda família comum, a minha passou por diferentes momentos entre dor, agonia e felicidade. Mas, nada maior que o poder do tempo para trazer momentos bons e apagar quase que totalmente os momentos nem tão bons assim.
Ao ler aquele pequeno poema, revivi muitas cenas que me deram a chance de perceber como é belo ser criança. Nada mais terno e doce do que ser, estar e permanecer com uma criança em seu interior.
Na minha casa havia aos meus olhos de criança um quintal imenso com plantas diversas, árvores frutíferas como: abacateiro, mangueiras (três tipos), nêsperas, fruta de conde, limão galego, coqueiro, laranjeira e bananeira. Havia o meu cão, o DOG, um cão apaixonado por seus donos, tão bonzinho e defensor de todos nós. Lindo morreu com 15 anos.
Neste ambiente de terra entre árvores, Dog, ainda havia um enorme galinheiro e passarinhos. Parecia um mini-sítio, cuidado e cultivado pelos meus pais que foram criados no interior do país.
Mas lá, estava a goiabeira, aquele pé de caule forte e resistente entre o muro e uma garagem feita de caibros e cobertura de telhas. E era neste pé de goiabeira que passávamos parte de nossas tardes, quando esta estava carregada de frutas.
Eu e meu irmão subíamos no caule, pendurávamos nos galhos e íamos para cima da garagem. Ali, ficávamos sentados horas, colhendo os melhores frutos e saboreando o seu doce, retirando as que haviam sido saboreadas pelos passarinhos e escolhendo as que mamãe poderia fazer picolé para distribuir entre as crianças.
Em cima daquela garagem imaginávamos tantas coisas de criança, brincávamos de sonhos, do que seríamos quando crescêssemos e saboreávamos os melhores frutos, brincando, brigando, sonhando e crescendo sem nos dar conta dos destinos e caminhos que iríamos percorrer.
Ali, no pé de goiaba branca!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Meu Lugar , minhas lembranças!



Arquivo pessoal


Ouvir Flávio Venturini em Luz Viva, é fazer uma viagem pela natureza e recordar de momentos surpreendentes e de maravilhosa paz. Nos permite através das lembranças ouvir o canto dos pássaros, o correr de pequenos animais entre as matas, sentir o aroma da comida feita no fogão à lenha, admirar o subir da fumaça das chaminés das simples casas a anunciar o perfume do café da manhã.
Um lugar abençoado por Deus, o qual se pode contemplar até a folha que cai das árvores, por já terem cumprido seu tempo naquela estação.
Lugar que escolhi para guardar minhas mais doces lembranças e sonhar com aquelas que ainda não realizei.
Suas ruas estreitas, algumas sem calçamento, o rio percorrendo as veias daquele lugar com a finalidade de manter vivo seu coração, sua magia, sua beleza incomparável.
Respirar aquele ar tão puro que chega doer nossos pulmões, ouvir o barulho do vento, do correr das águas no leito do rio passando por suas pedras arredondadas de tanto serem acariciadas por elas. Contemplar a luz do sol refletindo no leito do rio, formando um espelho de cristal natural.

Arquivo pessoal

AH! Lugar divino!!!!!
Passear por suas trilhas, sentir a presença de Deus em cada passada, retirando da terra a energia e a força para sobreviver aos constantes tropeços vividos. Desfilar entre flores do campo e hortênsias, sentir-se perfumada pelos eucaliptos enfileirados adornando a natureza. Apreciar as araucárias seguindo ao encontro do sol.


Arquivo pessoal

Como as lembranças nos trazem as sensações de estar presente naquele lugar e nos proporcionam uma espécie de transposição de nosso espírito, ao encontro dessa natureza e paz que persigo.
Este lugar é Visconde de Mauá, mas precisamente Maringá, lugar para ser reverenciado, lugar para ser amado e se amar.
Esse é o meu lugar!!!!!!

Ponto de Partida ou a Partida do Ponto?

nteitaperuna.blogspot.com


Que surpresa seria aquela? O que aconteceria depois daquela declaração?
Teriam se encontrado celebrando algo ou apenas por um momento a musa inspiradora foi o ponto de partida para outros caminhos?
Seria o ponto de partida ou a partida do ponto?
Assim lhe disse:
"Cabelos loiros e suspensos num "coque", com o pescoço nu e à mercê da brisa matutina e quente que invade o ambiente de trabalho, em pleno horário de expediente.
Toda vestida de ton sir ton, ajeita os cabelos bagunçados, pelos movimentos quase que incessantes que faz com a cabeça ao virar-se a todo momento, para um lado e para o outro com a finalidade de atender quem a solicita. E abre um pouco mais os olhos amendoados, enquanto os refaz e sorri de alguma coisa engraçada que lembrou durante o ato."
O que aconteceria?

Refletindo no Café

baressp.com.br



Depois de um convite que ficou só no convite, resolvi me dar o prazer de sentar-me à mesa do café do ponto e no ponto do café, seguir alguns conselhos que me foram dados ou apenas resolvi refletir sobre o que ouvi e dar tempo ao tempo, tempo de ter tempo de resolver as coisas a seu tempo.
Escolhi então, um ice-mokascino, que por sinal estava muito gelado, também ice querias o que?
Nesse momento comecei a refletir sobre coisas da minha vida oculta, em mim mesmo. Me mostrava aqueles segredos que se diz ," que há mais mistérios entre o céu e a terra que a nossa vã filosofia possa imaginar."
Percebo que as pessoas se apoderam uma das outras como se fossem propriedades. As pessoas se casam e parece que quando assinam a certidão de casamento estão se transformando em propriedades um do outro, ou só de um.
E aí, as relações se arrastam por anos, alicerçadas em falsos sentimentos, em que tudo vira obrigação. Não se amam mais, porém, os deveres, as obrigações do fazer, do conviver, do suportar, do aturar, da aparência, do estar acostumado com, ficam inculcados no inconsciente das pessoas, que conscientemente carregam uma cruz pesadíssima. Esse carregar, se dá pelo medo, às vezes das perdas, das dúvidas, dos interesses e assim vai se empurrando com a barriga aquilo que já acabou há algum tempo.
E aí sim, percebe-se que por querer, intentar a felicidade dos outros, nos perdemos de nós mesmos e esquecemos de ser felizes também.
Se os outros estão felizes? Não sei, porém devem no fundo estar exercendo o poder , o poder financeiro, o poder da fragilidade por alguma perda, o poder da persuasão, o poder do machismo, o poder do orgulho, o poder do poder de impor o que se quer, sem pensar que todos poderiam ser felizes sem o poder de ter poder.
E assim vivemos infelizes, sem estar vivendo o que gostaria, ou com quem gostaria sem sentir a culpa de abrir mão do que já está acabado, mas que ninguém quer na mesa as cartas colocar.
E entre o refletir e escrever, tomei o meu ice-mokascino e procurei meu rumo de volta.